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Ignacio Zapardiel Gutiérrez,* Jesús de la Fuente Valero,* Silvia Iniesta Pérez,* Joaquín Botija Botija,* Tirso Pérez Medina,* José Manuel Bajo Arenas*

RESUMEN
Antecedentes: el prolapso urogenital es un padecimiento que se estima afecta de 1 a 43% de las pacientes poshisterectomizadas. Desde ace varios años existen unas mallas sintéticas para la reparación del piso pélvico, que al parecer tienen grandes ventajas frente a sus redecesoras. Objetivo: evaluar la eficacia e inocuidad de las mallas de polipropileno en la corrección del prolapso urogenital. Material y método: estudio retrospectivo, sin asignación al azar, efectuado en 106 pacientes a quienes se les corrigieron diferentes ipos de prolapso urogenital con una malla de polipropileno. El seguimiento se realizó en la consulta externa a los dos y seis meses. Se nalizaron: edad, paridad, menopausia, tipo de intervención, tiempos quirúrgicos y de hospitalización y complicaciones. Se efectuó un nálisis descriptivo de los datos. Resultados: la edad media de las pacientes fue 64.4 años. De las 106 pacientes, 97 (91.5%) eran multíparas y 98 (92.45%) posmenopáusicas. l tipo de intervención más practicado fue la colocación de una malla anterior con banda libre de tensión para la corrección de a incontinencia urinaria asociada (34.9%). La tasa global de complicaciones intraoperatorias fue de 2.8%, inmediatas 37.7% y tardías 1.7%. La tasa de éxito del procedimiento a los seis meses fue de 80 a 100%, según el tipo de intervención. Conclusiones: la tasa de complicaciones intraoperatorias y a mediano plazo es baja en las operaciones de reparación con malla de polipropileno del piso pélvico de prolapsos urogenitales. Por ello, este método se considera una opción eficaz e inocua para el tratamiento el prolapso urogenital.
ABSTRACT
Background: Urogenital prolapse is a condition that affects 1 to 43% of post-hysterectomized patients. Since several years some synthetic eshes have been used to repair pelvic floor, and apparently they have advantages over them predecessors. Objective: To evaluate the efficacy and security of polypropylene meshes in the repair of urogenital prolapse. Material and method: Retrospective and non-randomized study in 106 patients that had different kinds of urogenital prolapse repaired sing polypropylene meshes. The follow-up was carried out by two visits to the hospital, 2 and 6 months after surgery. The variables nalyzed were age, parity, menopause presence, kind of surgical technique, surgical time, time at hospital and complications. Afterwards, he information was analyzed descriptively. Results: Average age was 64.4 years. The rate of multiparity and menopause women was 91.51% and 92.45% respectively. The most sed surgical technique was the anterior mesh with tension-free band (34,90%) to repair the associated urinary incontinence. The rate of ntraoperatory complications was 2.8%, immediate complications was 37.7% and late complications was 21.6%. The success rate after 6 onths was 80 to 100%, depending on the technique. Conclusions: There is a low rate of intraoperatory and medium-term complications in the reconstructive surgery of pelvic floor for the rogenital prolapses using polypropylene meshes, which makes this technique a secure and effective option for the treatment of this roblem.
RÉSUMÉ
Antécédents: le prolapsus urogénital est une souffrance qu’on estime touchant 1 à 43% des patientes post-hystérectomisées. Depuis plusieurs années il existe des mailles synthétiques pour la réparation du plancher pelvien qui, apparemment, ont de grands avantages ace à leurs prédécesseurs. Objectif: évaluer l’efficacité et innocuité des mailles en polypropylène dans la correction du prolapsus urogénital. Matériel et méthode: étude rétrospective, sans assignation au hasard, effectuée auprès de 106 patientes à qui on a corrigé différents ypes de prolapsus urogénital avec maille en polypropylène. Le suivi a été réalisé en consultation externe dans le deuxième et sixième ois. On a analysé: âge, parité, ménopause, type d’intervention, temps chirurgicaux et d’hospitalisation et complications. On a effectué ne analyse descriptive des données. Résultats: la moyenne d’âge des patientes a été de 64.4 ans. Des 106 patientes, 97 (91.5%) étaient multipares et 98 (92.45%) postménopausiques. e type d’intervention le plus pratiqué a été la mise en place d’une maille antérieure avec bande libre de tension pour la orrection de l’incontinence urinaire associée (34.9%). Le taux global de complications intra-opératoires a été de 2.8%, immédiates 37.7% t tardives 21.7%. Le taux de réussite du procédé dans les six mois a été de 80 à 100%, selon le type d’intervention. Conclusions: le taux de complications intra-opératoires et à délai moyen est faible dans les chirurgies de réparation avec maille de polypropylène u plancher pelvien de prolapsus urogénitaux. Pour cela, cette méthode est considérée un choix effectif et inoffensif pour le raitement du prolapsus urogénital.
RESUMO
Antecedentes: O prolapso urogenital e um padecimento que afeta 1 a 43% das pacientes pós-histerectomizadas. Há muitos anos existem mas malhas sintéticas para a reparação do assoalho pélvico, que ao parecer têm grandes vantagens frente a seus antecessores. Objetivo: Avaliar a eficácia e inocuidade das malhas de polipropileno na correção do prolapso urogenital. Material e métodos: Estudo retrospectivo, feito em 106 pacientes o qual foram tratados diferentes tipos de prolapso urogenital com uma malha de polipropileno. Em seguida foi realizada consulta externa aos dois e seis meses. Foram analisados: idade, paridade, menopausa, ipo de intervenção, tempos cirúrgicos e de hospitalização, e complicações. Efetuou-se uma analise descritiva dos dados. Resultados: A idade média das pacientes foi de 64,4 anos. Das 106 pacientes, 97 (91,5%) eram multíparas e 98 (92,45%) pós-menopaúsicas. O tipo de intervenção mais usado foi a colocação de uma malha anterior com banda livre de tensão para a correção da incontinência rinária associada (34,9%). A taxa global de complicações intra-operatória foi de 2,8% imediatas 37,7% e tardias 21,7%. A taxa de êxito o procedimento aos seis meses foi de 80 a 100%, segundo o tipo de intervenção. Conclusões: A taxa de complicações intra-operatórias e a médio prazo, é baixa nas cirurgias de reparação com malha de polipropileno o assoalho pélvico de prolapsos urogenitais. Por ele, este método é considerado uma opção eficaz e inócua para o tratamento do prolapso rogenital.
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